sábado, 2 de abril de 2011

O Medo.

O medo está presente, é uma constante na vida da maioria das pessoas. Quantas coisas você deixa de fazer por conta de seus medos?
Você deixa de fazer por não confiar em si. Então, muitas pessoas levam uma vida cheia de limitações, frustrações e angústias; enfim, vivem uma vida que não gostariam de estar vivendo.

É o medo de achar que não vai conseguir algo e aí fica realimentando fantasias, crenças de que não é capaz, de que não consegue. Tudo é reforçado em função de suas experiências passadas, principalmente quando algo não sai como você quis.
Você fica apegado às experiências negativas de seu passado e, quando algo sai errado, de repente as mesmas sensações e emoções do passado vem à tona.
Diz um ditado hindu que Deus não dá aquilo que você pede, mas o que você acredita.
Não adianta pedir a Deus de joelhos para que ele atenda seus pedidos se não acredita ou não se julga merecedor daquilo que você pede.
Você pede e, ao invés de se entregar e confiar, fica duvidando, sofrendo por antecipação, perdendo noites de sono, vivendo algo que nem sabe se vai acontecer.
 Medo da solidão em função da dificuldade de se relacionar afetivamente com o sexo oposto. É o medo de se entregar por conta de experiências negativas do passado, ou seja, sucessivas decepções amorosas.O medo da solidão em muitos casos vem acompanhado do medo de ser traído. É o temor de ser enganado. Essa pessoa se torna muito desconfiada por cultivar a crença de que o sexo oposto não é confiável;
Medo de falar em público. Em verdade, é o medo de se expor, de ficar em evidência. Muitas vezes essas pessoas acabam perdendo bons empregos e oportunidades de crescerem profissionalmente por sua excessiva timidez;
 Medo do fracasso, de ficar sem dinheiro. É o temor intenso de perder o emprego, de falir, de não conseguir pagar suas dívidas;
Medo de lugares fechados como metrô, elevador, avião. Atendi uma pessoa que subia todos os dias 18 andares - a pé - porque trabalhava no 18º andar de um prédio. Evidentemente, ela só morava em casas térreas, pois não conseguia entrar num elevador;
Medo intenso da morte. Essas pessoas, na maioria das vezes, tiveram uma morte trágica

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